Algures agora, especialistas disfarçados debitam "factos indiscutíveis" da história positivista, sem a contextualização dos elementos discriminados pela sua natureza "simplista", porque estes não coadunam no fio narrador da ciência ocidental.
Os factos que estamos a descobrir sempre existiram e foram compreendidos por muitas civilizações (algumas perdidas). A cultura ocidental está vaga e dolorosamente a finalmente atingir alguns conhecimentos que fazem parte de civilizações que não utilizam os métodos "racionais" por serem demasiado fenomonológicos, e obviamente limitantes ( porque, no esforço para criar uma linguagem, impõe a realidade a mentalismos obsoletos).
exemplos (clichés): "A antimatéria, a teoria quântica ( com a sua dicotomia observado-observador), a teoria do caos: um sorriso irónico no canto da boca matemática do ortodoxo cientista que comenta: E o q é q ele sabe sobre isso? Não sabe nada!
Então vou-me armar: um meteorologista chamado Lorenz confirmou na "nossa" ciência cegueta e racional que qualquer mudança, por mais imperceptível que seja, resulta noutro sistema completamente diferente. Qualquer corpo é auto-similar.
Qualquer ramificação é uma "clonagem".
Daí a importância do simbólico.
O símbolo não é só uma representação, é como uma miniatura que transporta a essência do objecto.
quarta-feira, 28 de março de 2007
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